sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Primeiro amor

Primeiro amor

Tudo começa quando os pais de Ana morrem em um grave acidente, quando ela tem apenas 6 anos  e ela se vê obrigada a ir viver em um orfanato. Mas ela nunca imaginou que seria la que ela encontraria um amigo e um amor.
No dia em que Ana chega no orfanato, se sente sozinha e com medo, mas logo conhece Pedro que se oferece a ajuda-la com a nova vida. Pedro tem sete anos e seis vive no orfanato, a mãe de Pedro morreu no seu nascimento e quando ele completou um ano o pai veio a óbito e sua tia a única família de Pedro não tinha condições de cria-lo entregando-o ao orfanato.
Logo de cara Ana sente uma grande simpatia por Pedro e em pouco tempo, os dois são amigos inseparáveis aonde Pedro vai lá esta Ana acompanhado. Porem os anos passa de pressa e agora o que para Ana era amizade já esta se tornado uma coisa bem mais forte chamada amor. Ana tem agora 9 anos, nunca nem um casal teve interesse em adota-la apesar de ela ser uma bela jovem, com os cabelos negros e os olhos de azul cor da cor do céu,  Pedro também cresceu e  agora esta com 10 anos, é uma criança muito querida, e tem os calos lisos e negros como a escuridão, seus olhos tem a mesma cor do cabelo e sua pele é de um branco pálido, não diferente de Ana, nem um casal teve interesse em adota-lo e isso fez com que os dois nunca se separassem.
No dia do aniversario de dez anos de Ana, Pedro surpreende Ana, dando nela um beijo na boca, mas não um beijo qualquer foi o primeiro beijo dos dois. Ana tem a confirmação de que o que sente por Pedro é amor e o que Pedro sente por ela também é amor. Os dois então contam o que sentem um pelo outro e decidem namorar e nunca se separar. Porem após uma semana de “namoro” um jovem casal decide que vão adotar Ana e essa péssima noticia foi dada bem no dia do aniversario de Pedro. O casal quer levar Ana na próxima semana e então Pedro e Ana vão ser separado, um amor tão inocente, esta por um fio de acabar.
No dia em que o casal vem buscar Ana, Pedro fica desolado e faz uma jura a Ana ele promete que eles ainda vão se casar, e diz pra Ana esperar por ele que ele fara o mesmo por Ana.
Ana é levada para outra cidade, começa a estudar em  outra escola, faz novos amigos mas nunca se esquece de seu amor Pedro.
Dez anos já se passaram e Ana nunca se esqueceu da promessa de Pedro, Ana nunca namorou e sempre ficou a espera de Pedro. Ate que um dia Ana recebe uma ligação a pessoa não se identifica diz  apenas que é para Ana ir ao encontro dela no endereço combinado.  Uma chama de esperança se acende no peito de Ana, será que é Pedro? Será que ele veio cumprir sua promessa? Sem pensar, Ana pega o carro e corre para o parque ao chegar se de para com um homem na varanda e logo reconhece e pensa, sim é ele veio cumprir com a promessa. Ana corre ao encontro dele que já esta de braços abertos à espera dela. Os dois se abraçam e ele fala: “não falei que nos dois ainda íamos nos casar? Então você aceita se casar comigo?”. Ana não pensa duas vezes e diz sim.
Os dois se casam, em uma festa simples já que os dois são órfãs e não tem mitos parentes. Após três anos de casados Ana esta gravida, se for menina vai chamar Vitória já se for menino vai se chamar Rafael.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Brincadeira do copo

Quatro jovens amigos, reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa. 

- Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma. 

O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada. 

- O que voce quer? Pergunta o segundo jovem: 

P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro: 

- Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona? 

- Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem. 

Todos vão embora da casa do rapaz, indignados coma brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas. 

Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa: 

- Maldito. Porque você fez isso? 

O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho. 

Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas risadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa. 

Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode. 

Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M. 

No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça.

Às vezes pode ser tarde




No inicio do meu namoro com Ricardo fazíamos muitos planos como casar ter filhos e ter uma casa para morar, nossos pais falavam que era muito cedo para pensar nessas coisas.
O tempo foi se passando e o amor que nós tínhamos antes um com o outro foi se desgastando, ele começava a me trocar pelos amigos e me deixava sozinha em casa, preferia sair com os amigos do que comigo,isso foi se tornando rotina até que um dia eu foi tirar satisfação com ele:
-Ricardo você ta pensando o que da vida?Sai quase todo final de semana com os seus amigos e me deixa aqui sozinha, você se esqueceu que tem uma namorada?
-Até parece Lucia que da para esquecer você não sai do meu pé!
-Come é que é?Eu nem pego tanto no seu pé, to deixando você fazer o que quer.
-Não vou falar nada simplesmente estou indo embora.
-Vai tarde!
O Ricardo foi embora e isto estava me deixando muito abalada a gente fico juntos por quatro anos, nem acredito que perdi tudo isso da minha juventude namorando, sem aproveitar as coisas boas da vida. Mas eu aprendi a amar o Ricardo de uma maneira incondicional, iria ser muito difícil eu esquecer dele,mas de qualquer  eu tinha que esquecer.
Passou-se sete anos eu não tinha mas nenhum tipo de contato com o Ricardo,depois dele tive outros namorados comecei a sair mais com os amigos, sou uma mulher formada, responsável e tenho minha  própria casa.
Em um dia desses minha amiga Luana me chamo para ir com ela a uma balada,eu topei na hora tava precisando refrescar a cabeça o serviço tava me cansando  muito.
Chegando lá dentro encontramos alguns amigos e entre ele estava o Ricardo,ele me comprimento e nós começamos a conversar ,ele tava muito diferente  tanto na aparência como na personalidade.Começo a tocar umas musicas bem animadas o Ricardo me chamou para dançar eu aceitei,nós dançamos a noite inteira demos muitas risadas,quando todos já estavam indo embora ele pediu o meu número pra gente voltar a conversar  mesmo como amigos nós trocamos os números então depois nos despedimos.
No meio da semana o Ricardo me ligou, falo que não tinha ligado antes porque estava muito trabalho, nós ficamos horas conversando falamos sobre quase tudo menos sobre o nosso passado. Combinamos de fazer um jantar na minha casa na sexta-feira a noite depois de combinar desligamos.
Eu estava tão ansiosa para chegar sexta-feira, não conseguia para de pensar no Ricardo,afinal ele esta solteiro eu também será que avia alguma probabilidade da gente ficar juntos novamente só que dessa vez para sempre.
No dia seguinte o Ricardo me ligou e falo que precisava falar algo importante eu perguntei o que era, ele disse que tinha que falar pessoalmente e que não via a hora de me ver estava com saudades,o assunto se tratava de nós dois e nossa relação.
Os dias se passaram e felizmente a sexta-feira chegou,quando cheguei em casa depois do serviço foi preparar um jantar muito especial com direito a vinho,logo que terminei de arrumar tudo foi tomar um banho enquanto ele não chegava fique assistindo televisão derrepente escutei um barulho pensei que fosse os vizinhos e nem foi verificar,depois de cinco minutos olhei para o lado e me deparei com dois assaltantes armados,eles queriam dinheiro,jóias e meu carro eu dei tudo que tinham pedido.
Mesmo assim eles apontaram a arma na minha cabeça,na hora que foi atirar o Ricardo chego um dos ladrão falo pra mim abrir a porta para ele entra,eu não conseguia minha perna estava muito bamba e nem queria abrir a porta,então um deles abriu por traz da porta e o outro deu dois disparos e um dos tiros pego na cabeça do Ricardo.
Os bandidos fugiram eu liguei para a ambulância e para a policia enquanto não  chegava eu me ajoelhei perto dele e chorava muito,ele estava com flores nas mãos e uma caixinha com um anel,ele conseguiu disser suas ultimas palavra:
-Me perdoa por tudo meu amor queria te fazer a mulher mais feliz do mundo, mas não vou poder te amo.
Eu tava desesperada tentei prestar primeiros socorros mas não adiantava ele não estava reagindo,eu tava desmoronada era como se o mundo tivesse desabando sobre mim,não conseguia pensar em nada só que tinha perdido o amor da minha vida.
Quando ele chego ao hospital já estava morto,os médicos fizeram tudo o que pode,a enfermeira ligo para os pais dele dando a noticia que seu filho tinha falecido,a família toda fico arrasada quando soube da tragédia.
A mãe dele começa a me culpar, porque se ele não tivesse ido ao encontro nada disso tinha acontecido, eu tava arrasada as irmãs dele converso comigo e tentava me acalmar eu não parava de chorar e tremer e disse que sua mãe tava nervosa esse era o único filho homem e o amava muito, o enterro seria no dia seguinte a tarde todos os parentes do Ricardo estava presente foi muito triste, mas era a realidade é dura mas tem que aceitar e aprender a levar.
Nem tudo é mar de flores, uma hora você pode estar vivo e outra hora não, então aproveito o Maximo de sua vida porque não sabemos o que pode acontecer daqui a pouco,não deixe para fazer amanhã o que você pode fazer hoje.